Vinho Branco Mâcon-Cruzille Blanc "La Mollepierre" 2017

Guillot Broux
Vinho Branco Mâcon-Cruzille Blanc "La Mollepierre" 2017
Em estoque
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FRGBB1701

A história de Guillot-Broux começa em 1954 em Cruzille com os avos de Emmanuel e Patrice, que cuidam dos vinhedos hoje em dia após a morte de seus pais Jéan-Gérard em 2008. Já naquela época eles cultivaram o primeiro vinhedo orgânico (certificados em 1991) da Borgonha por convicção própria e por terem conhecido alguns nomes importantes como Jules Chauvet. Jean-Gérard saiu para trabalhar em outros Domaines para ganhar experiência e em 1978 retornou à Cruzille, essa pequena vila de 300 habitantes e apenas 4 produtores, e criou o Domaine e Maison Guillot-Broux com sua esposa. Falar de vinhos do Mâcon, essa vasta região mais quente e com um universo de solos e exposições, é não pensar muito em apelações, mas em vinhedos individuais, onde realmente se encontra o terroir. Jean-Gérard sempre foi um homem de terroir, preocupado em recuperar vinhas antigas e produzir vinhedos únicos das melhores parcelas. Hoje Emmanuel e Patrice seguem o legado deixado pelos seus ancestrais e são reconhecidos mundialmente por recolocar a região no mapa de vinhos de qualidade e pureza. Eles possuem 17 hectares de vinhas em Cruzille, Grévilly e Chardonnay plantadas em alta densidade e cuidadas como um jardim. O foco nos vinhedos é tão importante que a maior parte da produção é focada nas parcelas e levam o nome do vinhedo no rótulo. As fermentações são naturais e o uso de barricas nova é muito restrito, somente os brancos veem algo como 10% de barricas novas. Os vinhos de Guillot-Broux são altamente recomendados por serem uma barganha pela sua qualidade e entregarem muito prazer rapidamente, sem precisarem de amadurecimento longo. Clos de Mollepierre com a primeira safra em 2015 é o mais novo vinhedo produzindo da família. Apesar disso é a parcela que eles acreditam ter o maior potencial e que sempre foi o sonho de Jean-Gérard, tanto que ele alugou o vinhedo dos seus vizinhos antes de finalmente conseguir comprar em 1992. O processo de recuperação foi lento sem muito dinheiro para investir e somente em 2011 ele foi replantado.

Esse Clos cercado por um muro de pedras com mais de 2m de altura já pertenceu a Abadia de Cluny. Fermentação natural em barricas e posterior 11 meses de amadurecimento. Um branco intenso, mineral e complexo.

Tamanhos
Safra
R$645,00

6 x de R$107,50 sem juros

R$645,00

6 x de R$107,50 sem juros

Adc. à sacola

A história de Guillot-Broux começa em 1954 em Cruzille com os avos de Emmanuel e Patrice, que cuidam dos vinhedos hoje em dia após a morte de seus pais Jéan-Gérard em 2008. Já naquela época eles cultivaram o primeiro vinhedo orgânico (certificados em 1991) da Borgonha por convicção própria e por terem conhecido alguns nomes importantes como Jules Chauvet. Jean-Gérard saiu para trabalhar em outros Domaines para ganhar experiência e em 1978 retornou à Cruzille, essa pequena vila de 300 habitantes e apenas 4 produtores, e criou o Domaine e Maison Guillot-Broux com sua esposa. Falar de vinhos do Mâcon, essa vasta região mais quente e com um universo de solos e exposições, é não pensar muito em apelações, mas em vinhedos individuais, onde realmente se encontra o terroir. Jean-Gérard sempre foi um homem de terroir, preocupado em recuperar vinhas antigas e produzir vinhedos únicos das melhores parcelas. Hoje Emmanuel e Patrice seguem o legado deixado pelos seus ancestrais e são reconhecidos mundialmente por recolocar a região no mapa de vinhos de qualidade e pureza. Eles possuem 17 hectares de vinhas em Cruzille, Grévilly e Chardonnay plantadas em alta densidade e cuidadas como um jardim. O foco nos vinhedos é tão importante que a maior parte da produção é focada nas parcelas e levam o nome do vinhedo no rótulo. As fermentações são naturais e o uso de barricas nova é muito restrito, somente os brancos veem algo como 10% de barricas novas. Os vinhos de Guillot-Broux são altamente recomendados por serem uma barganha pela sua qualidade e entregarem muito prazer rapidamente, sem precisarem de amadurecimento longo. Clos de Mollepierre com a primeira safra em 2015 é o mais novo vinhedo produzindo da família. Apesar disso é a parcela que eles acreditam ter o maior potencial e que sempre foi o sonho de Jean-Gérard, tanto que ele alugou o vinhedo dos seus vizinhos antes de finalmente conseguir comprar em 1992. O processo de recuperação foi lento sem muito dinheiro para investir e somente em 2011 ele foi replantado.

Esse Clos cercado por um muro de pedras com mais de 2m de altura já pertenceu a Abadia de Cluny. Fermentação natural em barricas e posterior 11 meses de amadurecimento. Um branco intenso, mineral e complexo.

Harmonização
Tartar de robalo, vieiras e frutos do mar com molhos cítricos
Aparece em
Ficha Técnica
França
Borgonha
Região de origem
Guillot Broux
Produtor
Nariz penetrante com notas de acácias, mel, damasco fresco e limão siciliano. Na boca é mineral, untuoso e com um final de ervas frescas e amendoado, muito cítrico.
Olfativo
Chardonnay
Chardonnay
Tipo da uva
12.6%
Teor Alcoólico
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