Introdução à <strong>Terra Santa</strong>
Introdução à Terra Santa

Seleção do Malizia: 6 vinhos para provar esse mês

 Introdução à Terra Santa

Não tem tempo para estudar todas a opções de vinho do site? Quer entender o estilo da Cellar e não sabe por onde começar?

Todo mês nosso Rodrigo Malizia (@malizia_vinhos) fará uma seleção criteriosa de 6 vinhos entre R$100 e R$300 que estão particularmente bacanas e que exemplificam o trabalho de curadoria da Cellar. Ao longo do mês, tanto no Instagram dele quanto no da Cellar (cellarvinhos) vamos falar mais desses vinhos.    

Os vinhos podem ser comprados individualmente ou como caixa, que inclusive funciona muito bem como presente. Para nossa primeira caixa o tema não poderia ser diferente: uma Introdução à Terra Santa (vide Borgonha), a paixão absoluta da Cellar e uma região tão difícil de entender quanto é apaixonante. Como trabalhamos com volumes menores, as quantidades serão limitadas.

Quer conhecer um pouco mais da Borgonha sem gastar horrores? Clique no botão abaixo para comprar o KIT com os 6 vinhos que selecionamos para começar a nossa jornada pela Borgonha.

 Botão Kit Março

 

SYLVAIN LANGOUREAU Bourgogne Aligoté 2018: Muita gente acha que a Borgonha se resume à Chardonnay e Pinot Noir, mas na verdade existe uma outra uva branca chamada Aligoté que faz muito sucesso entre os produtores e moradores da Borgonha, e com a gente aqui na Cellar. É um vinho para beber com ostras, frutos do mar feitos de forma simples, em dias de calor, com amigos.

BOURGOGNE ALIGOTÉ 2018

DOMAINE ARLAUD- Hautes-Côtes de Nuits Blanc 2017: Provei esse vinho no domaine ano passado e me apaixonei: um Chardonnay 100% orgânico e biodinâmico, com boa intensidade de fruta porém fresco, com boa acidez. Pra acompanhar saladas e peixes e massas com molhos mais leves (mostarda, tomate, citrico- tudo que tenha uma ponta de acidez).

HAUTES-CÔTES DE NUITS BLANC 2017

JEAN-MARC BOILLOT Bourgogne Blanc 2018: Obviamente na minha primeira “Seleção do Malizia” não podia faltar um vinho do Boillot, quase uma instituição da Cellar. São brancos precisos e transparentes, e ao mesmo tempo sempre com muita intensidade, volume, e cremosidade. Os brancos da Borgonha de 2018, um ano quente, não têm a mesma acidez e frescor que 2017, mas o Boillot mesmo assim conseguiu deixar seus vinhos muito equilibrados. Um belo exemplo de Chardonnay da Borgonha na sua expressão mais clássica.

BOURGOGNE BLANC 2018

DOMAINE ROSSIGNOL-TRAPET BOURGOGNE ROUGE 2017: Outro produtor emblemático da Cellar, e um dos pioneiros da agricultura orgânica e biodinâmica na Borgonha. Apensar do Rossignol-Trapet ser de Gevrey-Chambertin, um village conhecido pela estrutura e poder dos seus tintos, aqui a mão do produtor foi super leve, produzindo um desses vinhos que a gente não consegue parar de beber. Uma expressão muito pura e autêntica do Pinot Noir, perfeito para um fim de tarde em março.

BOURGOGNE ROUGE 2017

DOMAINE ARLAUD- Hautes-Côtes de Nuits Rouge 2017: Assim como o branco, as uvas deste vinho vêm da parte mais elevanta da Côtes de Nuits, e por isso os vinhos tendem a ter mais frescor, e acidez mais marcante. Os tintos do Domaine Arlaud têm como característica uma fruta mais profunda, puxada pro mirtílio (versus a cereja e o morango fresco do Bourgogne Rouge do Rossignol-Trapet por exemplo). Outra novidade da Cellar que mostra claramente a assinatura do produtor e a importância do terroir.

HAUTES-CÔTES DE NUITS ROUGE 2017

THIBAULT LIGER-BELAIR BOURGOGNE ROUGE LES DEUX TERRES 2017: Para fechar a nossa lista e deixar tudo mais divertido, trouxemos também um corte de Pinot Noir da Borgonha com Gamay do Beaujolais (por isso chamado de duas terras). Um vinho que traz o equilíbrio entre o terroso da Gamay e a fruta e frescor da Pinot Noir. 

BOURGOGNE ROUGE LES DEUX TERRES 2017

 

Vamos tomar vinho!